[Resenha] #Livro 24/2018 – O Canto dos Segredos (Dublin Murder Squad #5)  by Tana French

O Canto dos Segredos

Título: O Canto dos Segredos (Dublin Murder Squad #5)

 Autor(a/es): Tana French

Editora: Rocco

Páginas: 608

Um detetive ambicioso em busca de uma chance de ascender profissionalmente; um homicídio que envolve adolescentes de um prestigiado internato católico de Dublin; uma investigadora durona com fama de poucos amigos. Ganhadora do prêmio Edgar e sensação do romance policial dos últimos tempos, a irlandesa Tana French junta, em O canto dos segredos, investigação policial, suspense e personagens muito bem construídos para contar uma história apontada como “um triunfo assombroso” pelo The Washington Post. Mais bem-sucedido livro da autora, no ranking do New York Times por semanas, O canto dos segredos tem início quando a adolescente Holly Mackey procura o detetive Stephen Moran com uma pista sobre o assassinato de um jovem nas dependências do tradicional colégio Sta. Kilda, um ano antes. Para solucionar o caso (e alcançar a posição que almeja na Divisão de Homicídios), Moran trava uma luta surda com a difícil Antoinette Conway, inicialmente encarregada do caso, numa trama que perpassa temas como as relações de amizade e poder, os excessos da juventude, vaidade, lealdade e diferenças sociais. (retirado do skoob).

Olá, kika here again!

Hoje no livro que trago para vocês é O Canto dos Segredos (Dublin Murder Squad #5)  da autora Tana French. A primeira observação que devo fazer sobre esse livro é o fato dele fazer parte de uma série, a Dublin Murder Squad. Quando eu li o livro não sabia desse detalhe e apenas li ele como sendo uma obra única, e posso afirmar que ele é um livro independente, não há a necessidade de se ler os livros anteriores da série para entendê-lo.

Em o Canto dos Segredos temos  um internato para meninas que tenta ir de encontro com a ideia atual da evolução tecnológica, em que o acesso à internet é limitado e controlado. Assim, a única forma de expressão das alunas – suprindo o papel das redes sociais – é um painel que fica em um canto da escola em que podem ser colocados segredos de forma anônima, como uma forma de expressão livre.

Até que um dia Chris Harper aparece morto no campus do colégio, um grande mistério uma vez que o internato é frequentado apenas por meninas. Para completar o estranho caso, surge um papel no mural dos segredos com os dizeres “Eu sei quem matou”.

Diante a resistência da escola quanto ao crime, uma vez querer evitar problemas com a mídia e com os pais das internas, a adolescente e aluna da escola Holly Mackeyy resolve levar o papel para o detetive Moran, com que teve contato no passado quando fora testemunha de um outro crime.

Moran, que trabalha em um setor considerado inútil pelos próprios integrantes da polícia, decide aproveitar a oportunidade para tentar alavancar a carreira, motivo pelo qual entra em contato com a investigadora Anoinette Conway, responsável pela investigação do assassinato de Harper.

A narrativa se divide entre os pontos de vista do detetive Moran, da Investigadora Conway e de Holly, o que traz um ponto muito interessante para o leitor pois através de cada um deles podemos ter uma visão diferente de todo o fato.

Por Holly conseguimos entender a ligação de Harper com o internato e com as alunas, assim como alguns de seus passos antes do fatídico que tirou sua vida. A investigadora Conway está pressionada a resolver o problema, sendo uma pessoa focada no trabalho, acompanhamos a dificuldade da investigação em acontecer frente a resistência da diretora do internato, e o detetive Moran, um policial que consegue se ligar aos envolvidos no caso, fazendo com que este consiga de fato conversar com os envolvidos e tirar deles as informações necessárias para a investigação, quebrando as resistências enfrentadas por Conway.

Além disso, o detetive tem um instinto investigativo que o ajuda a ligar os pontos entre as provas e os depoimentos e ainda, das desconfianças do que é verdade ou não nas falas de cada envolvido, assim como pressentir quem está ou não escondendo algo.

O grande ponto da narrativa é o fato de que a morte de um adolescente não parece ser grande preocupação para os envolvidos com o internato, que se preocupam muito mais com a imagem do local – uma escola cara e de prestígio – .

Só fazer que sim já me deu uma sensação de atrevimento. Santa Kilda: o tipo de colégio do qual gente como eu supostamente nunca ouviu falar. Nunca teria ouvido falar, se não fosse a morte de um rapaz.” (pág.14)

Com o desenrolar das investigações muito se é revelado sobre esse mundo, em que temos famílias muito ricas, meninas com histórias variadas e nem sempre felizes. Combinados a isso temos os temas comuns da adolescência, principalmente por se tratar de meninas criadas dentro de suas bolhas de alta sociedade, mas que estão longe da perfeição. Os encontros com meninos da escola ao lado – da qual Harper era aluno – a astúcia dos alunos em burlar a segurança dos internatos para se encontrarem, a descoberta da vida sexual e ainda, o bullying.

Temos expressos no livro os sentimentos desses adolescentes, que dão toda a base para a narrativa que aborda o assassinato de Harper. Quem teria motivos, por que e como tudo teria acontecido. O leitor fica preso na narrativa desses fatos tentando descobrir quem no meio de todo aquele drama adolescente teria sido responsável pelo crime.

A única coisa ruim do livro para mim foi o fato de que a autora se perdeu em alguns momentos, deixando a narrativa com excesso de informação, e por esse motivo, muito truncada. A leitura em alguns momentos simplesmente não fluía.

E, não posso deixar de mencionar outro ponto negativo, que foi o fato de que a autora fugiu do aspecto real da história, colocando alguns pontos de fantasia na narrativa que claramente não foram desenvolvidos, ficando a sensação de que eles só foram introduzidos no livro para que a autora conseguisse desafogar ou solucionar algum plot criado por ela no livro e que não teria como concluir pelas vias normais.

A parte fantástica, pelo menos para mim, poderia ter sido evitada.

No mais, o livro é realmente interessante. Um livro de investigação policial que tem uma narrativa mais leve por se passar em uma narrativa adolescente, mas sem deixar de ter seus pontos positivos de mistério, que faz com que valha a pena sua leitura, e tentar sobreviver aos pontos baixos.

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[Resenha] #Livro 23/2018 – Alpha – Alpha #1 by Jasinda Wilder

ALPHA

Título: Alpha – Alpha #1

 Autor(a/es): Jasinda Wilder

Editora: Jasinda Wilder

Páginas: 450

A primeira vez que isso aconteceu, parecia um milagre impossível. As contas foram se acumulando, somando mais dinheiro do que eu poderia ganhar. Contas hospitalares da mamãe. Aulas do meu irmãozinho. Minha taxa de matrícula. Aluguel. Conta de energia. Tudo isso em meus ombros. E eu tinha acabado de perder meu emprego. Não havia esperança, não havia dinheiro em minha conta, nem trabalho a vista. E então, quando eu pensei que toda a esperança estava perdida, encontrei um envelope na caixa de correio. Nenhum endereço de retorno. Meu nome na frente, meu endereço. Dentro havia um cheque, feito para mim, no valor de dez mil dólares. O suficiente para pagar as contas e me deixar alguma sobra para viver até que eu encontrasse um emprego. O suficiente para deixar que eu me concentrasse nas aulas. Não havia nenhum nome no cheque, apenas “VRI Inc.,” e um endereço de caixa postal para algum lugar da cidade. Nenhum indício de identidade ou o motivo ou qualquer coisa. Nenhuma menção de reembolso, juros, nada… a não ser uma única palavra sobre as notas: ” Você “. Apenas aquelas quatro letras.

Se você recebesse um cheque misterioso, com dinheiro suficiente para apagar todas as suas preocupações, você iria descontá-lo?

Eu o fiz.

No mês seguinte, recebi um outro cheque, novamente de VRI Incorporated. Ele também continha uma única palavra: “Pertence”

Um terceiro cheque, no próximo mês. Desta vez, duas palavras. Quatro letras. “A mim”.

Os cheques continuaram chegando. Os bilhetes pararam. Dez mil dólares, a cada mês. Uma garota se acostuma com isso, bem rápido. Ele deixa-me pagar as contas sem me endividar. Deixa-me manter meu irmãozinho na escola e os cuidados paliativos da mamãe pagos. Como você dispensa o que parece ser dinheiro de graça, quando você está desesperada? Você não dispensa. Eu não dispensei.

E então, depois de um ano, escuto uma batida na minha porta. Uma limusine preta elegante estava na calçada em frente a minha casa. Um motorista ficou na minha frente e ele falou seis palavras : “É hora de pagar sua dívida.”

Você teria feito?

Eu fiz.

Acontece que 120.000 dólares não vem de graça.

Alpha é um livro que eu encontrei quando decidi tentar ler livros com uma temática voltada pro público adulto, sendo que minha experiência com esse tipo de leitura se resume a Cinquenta Tons de Cinza, o famoso livro quando se trata desse gênero.

Uma observação é que encontrei esse livro na internet em inglês no formato .pdf e foi a versão que eu li. O resumo acima eu encontrei em português em algum site, que agora não me recordo.

O livro em si não é ruim, porém o desenvolvimento do plot não é exatamente interessante. Kyrie passa por apuros financeiros, até que um dia passa a receber de uma pessoa anônima cheques de quantias absurdas dos quais se utiliza e faz proveito até que o dia em que o dono do dinheiro aparece em sua casa para ‘cobrá-la’.

Até então estamos diante de um relacionamento entre uma mulher desesperada e um homem muito rico que pode ajudá-la. Porém, o livro entra nos aspectos do relacionamento dos dois, em que a principal ideia vendida aqui é a vida de uma mulher que não é nada fácil, especialmente no quesito financeiro, em que esta “se vende” em troca de 12 cheques no valor de dez mil dólares cada, retratando uma ideia romantizada demais de um relacionamento não convencional, não exatamente saudável e que beira os limites do consensual, o que me incomodou bastante.

Mas, o que faz o livro desandar em minha opinião é a tentativa de ‘plot twist’ inserida na narrativa.  Desde o início nos é apresentada a ideia de que há um mistério envolvendo o Alpha – a pessoa que manda os cheques para Kyrie – e ficamos na expectativa de saber o que ele realmente esconde.

E o segredo – que vou evitar ‘jogar na roda’ para evitar spoilers – quando é revelado me deixou um tanto quanto: “Mas, hein?”, pois além de inesperado é um tanto quanto quebra clima, pelo menos pra mim. Não consegui entender como para Kyrie, o pensamento de que continuar o relacionamento era algo plausível de forma tão ‘natural’.

Enfim, o livro possui cenas de sexo explícito e ao meu ver diversas cenas que clamam por um alerta de “TRIGGER WARNNING”. Eu particularmente não me empolguei muito com a leitura e se me fosse perguntado, não a recomendaria. O livro faz parte de uma série de mesmo nome: “Alpha” e para ser bem sincera, não coloquei os outros livros da série na minha lista de leitura.

[Resenha] #Livro 22/2018 – Aluga-se Uma Namorada by K.M. Mendes

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Título: Aluga-se Uma Namorada

 Autor(a/es): K.M. Mendes

Editora: Independente

Páginas: 110

Matt Miller está em uma tremenda enrascada. Seu irmão iria se casar com a garota que ele amou a adolescência inteira. Não querendo ficar por baixo Matt prometeu que levaria a sua namorada para o casamento. O que não seria um problema, a menos que, essa namorada, ainda não exista.

Matt não tinha ideia de como iria arrumar uma namorada tão rapidamente, além do fato de querer que sua namorada fosse perfeita. Então lhe surge à ideia de por um anúncio em um jornal. Várias garotas aparecem, porém somente uma lhe chama atenção.

Uma brasileira e um garoto de Nova York, ambos fingem estar apaixonados, porém até quando esse amor pode não ser real?. (retirado do skoob).

Aluga-se Uma Namorada  foi uma leitura que fiz em que a todo momento questionei o que exatamente estava lendo. Era uma mistura de diversas informações e culturas pop em uma miscelânea saída do mundo das fanfics mal escritas.

Descobri esse livro em algum recomendado de algum site e arrisquei mesmo sabendo ser uma publicação independente no site da Amazon. A sinopse me deu a ideia de um romance jovem daqueles bem estilo água com açúcar, que propunha uma leitura leve, o que de fato muito me atraiu.

Aliás, considerando minha menção acima, eu já li algumas fanfics que tem a mesma temática desse livro e que são muito bem escritas – inclusive, se não fossem com personagens já existentes criados por outros autores, poderiam muito bem ser publicados como livros – e por isso imaginei que a leitura poderia ser agradável.

Mas, o que encontrei foi uma narrativa fraca, com personagens sem desenvolvimento e ainda, certos comentários da autora em relação a algumas situações eram desnecessários e outros possuíam ainda conotação homofóbica e preconceituosa. Englobando temáticas como o yaoi, kpop e outros, a autora não teve noção nenhuma na hora de escolher e medir as palavras para tratar de certos assuntos. A forma como ela explicita o desgosto dos personagens quanto à certos temas, como o fato de insinuar que a pessoa que ouve kpop é ‘esquisita’ ou ainda, em que toda uma família ‘tira sarro’ de um familiar pelo fato dele ser solteiro e que todos acreditam que ele seja ‘homossexual’ – entre aspas mesmo porque a conotação dada á palavra é totalmente sarcástico, uma ofensa.

Li em algum lugar que a autora – da qual não achei perfil na internet, apesar de ter procurado, apenas a página dela na Amazon, que consta que ela possui hoje 23 anos – era muito nova quando escreveu esse livro, o que justificaria que um pouco da fraqueza  de sua escrita daria à sua pouca experiência.

Se fosse pra recomendar a leitura de uma história nessa temática, com certeza escolheria alguma das fanfics que ando lendo.

[Diário] Explicações e desabafos~ (ou como começamos o ano andando pra trás)

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Olá, kika here again!

Primeiramente, devo minhas desculpas aos leitores do blog. Se é que alguém ainda acompanha esse lugar depois desse meu sumiço. Mas, tive problemas com minha senha do wordpress e para recuperá-la tive que executar uma verdadeira força tarefa, que envolveu recuperar as senhas de dois e-mails para aí sim recuperar a senha do blog. Mas enfim. Estou de volta ao blog, ainda sem trazer resenha nova, mesmo que tenham várias que preciso trazer ao blog concernentes as minhas leituras do ano passado!

Sei que tenho sido negligente quanto aos posts. Normalmente, um dos motivos que mais me desmotiva a escrever é quando eu leio um livro do qual eu realmente não gostei. Podem ser diversos os motivos que me levam a desgostar de uma leitura, mas independente de qual seja esse motivo, é sempre difícil pra mim resenhar um livro que não curti. E, infelizmente para mim, li muitos livros que não bateram com meu santo nesse final de ano.

Acredito eu que um dos motivos para isso foi o fato de que eu tentei explorar diversos tipos de leituras diferentes do que estou acostumada a ler. Claro que a diversidade é sempre ideal, por isso mesmo saí um pouco da minha zona de conforto esse ano. Não posso dizer que essa experiência tenha conotação negativa, pois descobri diversos livros que normalmente eu não leria, e que no fim, eu adorei. Mas, o oposto também acontece.

E longe de mim estar aqui para ficar falando mal de livro ou autor, sendo que minhas resenhas refletem unicamente minha opinião pessoal. A imagem que escolhi para retratar o post aliás, é uma que eu achei na internet e que é mais uma brincadeira. Até porque, eu realmente não sou o tipo de pessoa que fica julgando se um livro é ruim ou não, mas sim se a leitura me agradou ou não. O fato de eu não gostar de um livro nem sempre é um problema do livro em si, certo?

Livros ruins pra mim são apenas aqueles que trazem certos temas ou narrativas que abordam situações como abuso, romantização de certas coisas que NÃO devem ser romantizadas, racismo, homofobia. Enfim, livros que trazem um desserviço para a sociedade.

Minha grande briga com algumas pessoas que conheço acontece ainda pela mania que elas tem de desmerecer quem lê livros de fantasia, livros YA, livros infanto-juvenis. Nunca acreditei que a leitura fosse necessária somente para os estudos. Acredito sim, que ela possa ser um lazer, e que ler um livro ‘menos inteligente’ – como alguns “intelectuais” gostam de pontuar – não é desmérito algum.

A crescente dos dias atuais é a dos pseudo-críticos literários que têm mania de chamar um livro de ‘idiota’ somente porque ele não traz palavras difíceis. Uma prova de toda essa babaquice é o fato desses pseudo intelectuais em colocar num pedestal livros ruins de autores consagrados só por serem por eles escritos. A parcialidade chega a doer. Acho engraçado essa premissa de que para ser ‘leitor de verdade’ você precisa ler Dante, Kafka,  Nietzsche, Marx, ou sei lá mais quem esse povo considera ‘leitura inteligente’.

Eu sempre digo que leio para descansar e me divertir. Longe de mim ler livro “difícil’’ nas horas que o que mais quero é relaxar. Um livro simples, calmo e leve, é tudo de bom nessas horas. Não torna ele menos livro.

Entretanto, não podemos deixar de lado nosso senso crítico e muito menos bom senso. Desde que se tenha argumentos e que não se utilize de palavras para humilhar, sempre podemos expressar nosso desgosto por alguma leitura sim.

Enfim, esse post é apenas um aviso pois decidi que precisava criar vergonha na cara e desafogar essas resenhas atrasadas de um jeito ou de outro. Não sei bem o motivo, mas senti a necessidade de justificar que as resenhas que estão por vir, com exceção de uma ou outra, serão resenhas curtas, sem muitos detalhes, mais explicando o porquê não ter gostado do livro em si.

Assim, espero conseguir resenhar os livros que faltam dos que li ano passado tanto os que eu gostei e os que não gostei, para então finalmente entrar nas resenhas dos livros de 2019, sendo que ainda pretendo postar minhas 12 metas de leitura escolhidas para esse ano, numa tentativa de impulsionar minhas leituras!

[Retrospectiva] Feliz Ano Novooo!!(o novo ano já começou faz tempo, mas cá estou eu ainda revirando o ano que já se passou~)

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São 42 livros no total na verdade, mas eu esqueci de deixar registrados dois livros por isso o skoob calculou com base em 40 livros na meta. Ainda assim, não muda o fato de que passei longe demais do objetivo esse ano TT-TT

Olá pessoal!

Pois é, o ano já começou faz mais de dias mas só agora estou dando as caras por aqui. Já podemos pressentir como vai ser esse ano né? Mal começou e a preguiça me dominou! Mas,  vou usar como desculpa o fato de que a virada de ano foi uma loucura pra mim. Pessoas da família vindo pra cidade passar o feriado, e a ceia do dia 31 para o dia 01 foi aqui em casa então já viu. Dias de faxina antes da festa, mais dias de faxina depois dela. Foram aproximadamente 30 pessoas que apareceram por aqui, se não foram mais – não contei e não tenho ideia mesmo 😉 – . Depois disso, saí praticamente todos os dias, aproveitando para tirar o máximo da companhia dos meus amigos que não moram mais por aqui mas que estavam de passagem por alguns dias, fora os primos, a irmã e etc!

Enfim, voltando o foco para o blog, vim para fazer aquele clássico post de encerramento de ano, fazer um balanço de como foram as leituras do ano passado e claro, me lamentar porque passei longe da minha meta de leitura.

Ainda bem que o skoob sempre faz um resumo das leituras lá registradas e eu vou me aproveitar disso para fazer esse post!

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Eu li no ano de 2018 um total de 31 livros. De acordo com o skoob, eu li em média 22 páginas por dia, 261 páginas por livro, em um total de 8.106 páginas lidas. E ainda assim, são 11 livros a menos do que a minha meta de leitura anual de 42 livros em um ano. E mais, desses 31 livros lidos, eu resenhei e postei no blog apenas 21 deles.

Estou preparando um post especial para comentar algumas dessas leituras que em breve vou postar aqui no blog e mais, estou me preparando para terminar de resenhar os livros que li em 2018 e assim selar essas ‘dívidas’ pendentes.

Das 11 metas de leitura que eu estabeleci para mim no começo do ano, não consegui cumprir duas delas!

 

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->  Ler um livro que comecei a ler e não terminei (reviver uma leitura abandonada)

Quase aconteceu. Eu peguei uma leitura abandonada para terminar, comecei a ler e … abandonei de novo. Será que eu vou conseguir terminar esse livro em 2019? Fica a expectativa.

->  Ler um livro que foi mencionado em outro livro.

Pode ser que eu até tenha cumprido sem querer, mas não me lembro de ter visto essa observação sobre nenhum dos livros que li esse ano então decidi deixar sem marcar.

Agora eu estou tentando formular 12 objetivos de leitura para 2019, uma forma de alavancar minhas leituras nesse ano que se inicia. Dessa vez decidi por 12 tópicos no meu ‘Book Challenge’ para tentar utilizar da tática de um por mês do ano.

Apesar de não ter alcançado minha meta de leitura esse ano – de novo – eu fiquei satisfeita com o fato de ter saído bastante da minha zona de conforto de leitura, buscando ler diversos gêneros que jamais imaginei que um dia me interessariam – e outros que arrisquei e descobri que de fato não me interessam –.

Espero que 2019 me traga um ano ainda mais produtivo no quesito leituras, não somente visando a quantidade mas também a qualidade, e mais, a busca por novos aprendizados. Que 2019 se inicie e um bom ano de leitura a todos nós!

[Um curta por semana 10] Um Conto de Natal

Oi gente, como diz o velho ditado popular: “Quem é vivo sempre aparece” cá estou eu! Eu sei que ando bastante em falta com o blog, mas meu notebook não anda muito bem das pernas e parar para escrever algo é sempre um grande sacrifício. Mas, tenho diversos livros para resenhar e pretendo tentar fazê-lo até o fim do ano e provavelmente terei que carregar algumas das resenhas para o ano que vem. Mas, ainda é Natal e apesar da Simone sempre nos perguntar “então é Natal e o que você fez?”, ainda não é hora de parar e refletir e lamentar. Vou deixar isso para o post de finalização do ano.

Enfim, eu adoro o Natal e apesar de ter tanta coisa pra escrever e resenhar, resolvi reviver o meu tópico de curtas – que aliás, pretendo voltar a postar com mais frequência em breve e sim, isso é uma resolução de ano novo lol – . Então hoje eu trago um curta de temático de Natal muito lindinho para se assistir não somente nessa época como o ano todo!

Título: Um Conto de Natal

Gênero: Animação

Duração: 3 minutos e 35 segundos

Gente, esse curta é muito lindo! Ele é curtinho, mas consegue nos mostrar a realidade que vivemos cada vez mais nos dias de hoje, em que nossas rotinas interferem demais no tempo que poderíamos ter com aquilo ou aqueles que nos fazem feliz. Nos mostra ainda que no fim, nos resta apenas a coragem da escolha daquilo que nos faz bem.

Eu assisti esse curta tem um bom tempo no youtube mas não consegui informações sobre ele de jeito nenhum. Não sei que estúdio produziu, quem são os roteiristas ou os animadores. Se alguém souber e quiser me ajudar a obter essas informações, estou aceitando ajuda!

– Assista Aqui –

P.S.: Os vídeos não são meus, estou compartilhando o link de onde assisti para que vocês possam também fazê-lo.

P.S.2: Gente, eu fiz um post enorme com vários curtas de Natal, mas meu notebook deu problema e eu perdi o post! Então, vou colocar só esse que eu consegui salvar, e depois, se eu tiver paciência, eu reescrevo sobre os outros curtas, que virão um pouco atrasados pra data, mas o que vale é a intenção!

[Resenha] #Livro 21/2018 – O Estranho Caso de Benjamin Button by F. Scott Fitzgerald

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Título: O Estranho Caso de Benjamin Button

 Autor(a/es): F. Scott Fitzgerald

Editora: Presença

Páginas: 80

Scott Fitzgerald teve uma actividade literária prolífica e celebrizou-se com romances como O Grande Gatsby, já publicado pela Presença, e Tender Is the Night, além de cerca de 160 short stories. O Estranho Caso de Benjamim Button foi publicado em 1922 e foi uma das histórias fantásticas através da qual o autor recolheu o aplauso unânime da crítica. Neste conto comovente onde o humor é uma nota dominante, Fitzgerald criou a história de um homem que desafia as leis naturais da vida ao nascer velho e com o passar dos anos em vez de se tornar ainda mais idoso, assiste progressivamente ao rejuvenescimento do seu corpo e mente até terminar a vida sob a forma de uma criança. Com setenta anos, sofre a incompreensão por parte do pai que procura por todos os meios camuflar a sua estranha aparência, esperando que a alta sociedade a que pertence feche os olhos a tão grande despropósito. Os anos vão passando, e para Benjamim crescer equivale a desenvelhecer. Quando atinge os cinquenta anos uma rapariga de vinte apaixona-se por ele e chegam a casar e a ter um filho, mas quando Benjamim se torna mais novo, com vinte anos, desapaixona-se da mulher, entretanto velha e em processo de decadência. O tempo vai passando e agora Benjamin experimenta as agruras da adolescência, as humilhações de não ser adulto até que se torna criança. Uma vida inusitada que contraria a ordem natural das coisas até ao inevitável fim. (retirado do skoob).

Olá, kika here again!

Depois de um longo período de ausência, estou de volta e trago hoje a resenha do livro “O Estranho Caso de Benjamin Button” do autor F. Scott Fitzgerald, e que se trata de um livro bastante conhecido e extremamente reconhecido pela crítica.

Em “O Estranho Caso de Benjamin Button” nos enveredamos em uma narração sobre a visa de Benjamin, um homem que nasceu velho e que, ao contrário das leis naturais da vida em que nascemos jovens e envelhecemos, passa a rejuvenescer com o passar dos anos.

Acompanhamos a evolução contrária de Benjamin que aos setenta anos, mal começou a vida, uma  vez que acabara de nascer, mas que , com a aparência de um velho, enfrenta os julgamentos da sociedade e a vergonha de seu pai, que não consegue aceitar a bizarrice que é ter um filho que já nasceu velho.

Com o tempo Benjamin ‘desenvelhece’, fato que trás consequências extremas para sua vida, como por exemplo o fato de ter se casado aos cinquenta com uma jovem de vinte anos, mas que com o passar dos anos, Benjamin no ápice de sua juventude, se vê casado com uma mulher velha.

Como vive do contrário, Benjamin atinge a adolescência quando todos à sua volta são adultos e/ou velhos, alcançando a infância quando deveria estar inciando a vida adulta, até seu inevitável fim.

Benjamin sofre com a rejeição do pai ao longo da vida, que com a vergonha que sente por ter um filho ‘estranho’, tenta esconder a todo custo a sua existência. Benjamin sofre ainda com a rejeição de seu filho, que não aceita a condição do pai.

O livro é ainda uma grande metáfora, que é muito usada comumente pelas pessoas para expressar as fases de nossas vidas – em que o curso natural que se segue é o de nascer um bebê, crescer, ser criança, amadurecer, passar pela adolescência, alcançar a vida adulta, velhice e falecer – , mas que é retratado pelo autor no sentido contrário, mas que nos mostra que o ciclo seguido é exatamente o mesmo, o de se ter um começo, um meio e um fim.

Tenho uma conhecida que trabalha como cuidadora de idosos e às vezes como babá de crianças, e que costumava dizer que ser um bebê e ser um velho bem velho é praticamente a mesma coisa. Dependemos das pessoas para nos locomovermos, nos alimentarmos, trocar nossas fraldas. E isso é bem verdade, realidade. E é exatamente o que expressa o livro de F. Scott Fitzgerald.

Em ínfimas oitenta páginas, o autor é bastante objetivo, sendo a narrativa bastante direta, ou seja, relata a vida de Benjamin sem e apegar a grandes detalhes ou explicações. O tempo passa em uma velocidade incrível, de forma que, se o leitor não estiver atento ao que lê, pode se perder na estrutura da linha de tempo desenvolvida pelo autor, que em certas ocasiões passa os anos em uma mera mudança de parágrafo.

Ainda que em certos aspectos essa objetividade seja um tanto quanto frustrante para o leitor – para mim foi um pouco – o autor consegue transmitir suas intenções com o conto, especialmente no que concerne à não aceitação da sociedade para com aquele que nasce diferente do que se espera, do comum.

                                                                              – Nas Telonas –                           

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O livro de F. Scott Fitzgerald foi adaptado aos cinemas como “O Curioso Caso de Benjamin Button”, que teve seu lançamento no dia 25 de dezembro de 2008, sob a direção de David Fincher, tendo como atores principais Brad Pitt e Cate Blanchett.

O filme foi altamente recebido pela crítica, tendo recebido 13 nomeações ao Oscar, das quais venceu em três categorias: Melhores Efeitos Visuais, Melhor Direção de Arte e Melhor Maquiagem.

Devo dizer que assisti ao filme e que esses é um daqueles raros casos em que o filme é melhor que o livro. Isso, no que diz respeito ao meu gosto pessoal. Digo isso pois gosto de livros que tenham desenvolvimento de enredo, e o estilo objetivo do conto, que não se apega a detalhes ou descrições me deixou um pouco frustrada em alguns momentos com a leitura. Já no filme, temos toda aquela magia retratada pelos efeitos especiais que nos mostra os detalhes que o livro não foi capaz de nos fornecer.

Ainda assim, apesar de recomendar e super o filme, ainda recomendo a leitura do livro também, que não deixa de ser um clássico.

Vou deixar o trailer legendado do filme aqui embaixo pra quem quiser conferir :

E segue aqui o filme completo dublado para quem tiver interesse em conhecer a obra:

 

 

[Resenha] #Livro 20/2018 –  Entre Quatro Paredes – O casamento perfeito ou a mentira perfeita? by B.A. Paris

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Título: Entre Quatro Paredes

 O casamento perfeito ou a mentira perfeita?

Autor(a/es): B.A. Paris

Editora: Record

Páginas: 226

Grace é a esposa perfeita.

Ela abriu mão do emprego para se dedicar ao marido e à casa. Agora prepara jantares maravilhosos, cuida do jardim, costura e pinta quadros fantásticos. Grace mal tem tempo de sentir falta de sua antiga vida.

Ela é casada com Jack, o marido perfeito.

Ele é um advogado especializado em casos de mulheres vítimas de violência e nunca perdeu uma ação no tribunal. Rico, charmoso e bonito, todos se perguntavam por que havia demorado tanto a se casar.

Os dois formam um casal perfeito.

Eles estão sempre juntos. Grace não comparece a um almoço sem que Jack a acompanhe. Também não tem celular, que ela diz ser uma perda de tempo. E seu e-mail é compartilhado com Jack, afinal, os dois não guardam segredos um do outro. Parece ser o casamento perfeito. Mas por que Grace não abre a porta quando a campainha toca e não atende o telefone de casa? E por que há grades na janela do seu quarto?

Às vezes o casamento perfeito é a mentira perfeita. (retirado do skoob).

Olá, kika here again!

Hoje, o livro que trago é “Entre Quatro Paredes” da autora B.A Paris, um livro de suspense do gênero thriller psicológico. O livro nos apresenta Grace, uma mulher bonita e independente que não possui ninguém nesse mundo além de sua irmã Millie, que possui Síndrome de Down, após seus pais terem rejeitado Millie e inclusive se mudado de país, após colocá-la em uma instituição/internato.

Por esse motivo, Grace sonha em encontrar o amor de sua vida em uma pessoa que seja capaz de aceitar Millie apesar de sua condição especial, e assim poder trazê-la para morar junto á ela e seu companheiro, dando a ela o quarto amarelo – sua cor favorita – dos seus sonhos.

Até que Grace conhece Jack, que parece ter saído de um de seus sonhos. Ele a trata com respeito e carinho e além de tudo, aceita sua irmã, incluindo-a em todos os seus planos futuros com  Grace. O maior deles, o de comprar uma casa para que os três possam morar juntos.

Assim, Grace e Jack se casam e então o pesadelo começa. Jack se revela uma pessoa completamente diferente da que Grace conhecia antes do casamento. Aos olhos da sociedade, Jack é perfeito. O advogado ideal que defende mulheres vítimas de relacionamentos abusivos, um marido fiel e carinhoso, e mais, com uma casa perfeita, modos perfeitos. Assim como Grace é a esposa ideal. Sempre bem vestida e educada, dona de casa com dotes colunários e de organização além do normal, uma mulher que aceitou deixar sua carreira profissional para trás para se dedicar ao marido.

Porém, dentro de casa Jack é um psicopata que coloca Grace em um jogo psicológico, tendo ela que lutar com todas as suas forças para sobreviver a esse relacionamento, sendo que a perfeição que a sociedade vê em Grace nada mais é do que parte do jogo de Jack, que esta precisa exercer com maestria para não ter que sofrer as consequências.

“Entre Quatro Paredes” é um thriller psicológico que promete muito, mas falha em entregar tudo aquilo que ele começa a construir em seus capítulos inciais.

A construção da base do livro é impecável. O suspense que a autora nos traz ao descrever a relação de Grace e Jack é realmente muito bem escrita, e as dicas que a autora vai deixando ao longo da narrativa acerca do papel de Millie nessa trama toda é ainda mais surpreendente. Devo dizer que a palavra que descreve melhor o desenvolvimento desse livro é: angustiante.

A autora sabe construir o suspense de forma que faz com que o leitor queira a todo custo chegar ao final da leitura para descobrir o que irá acontecer. “Qual será o próximo passo? Grace conseguirá sair desse relacionamento abusivo? E mais, quais as motivações de Jack? E como Millie ficará ao final disso tudo?”. E, através desses questionamentos e a necessidade de buscar respostas, a leitura flui.

A alternância de capítulos entre o passado e o presente é um dos grandes aliados da autora para nos prender na teia de suspense por ela criado, principalmente nos capítulos finais, quando estamos quase chegando ao desfecho da história.

Mas, como nada é perfeito, acredito que a autora pecou em desenvolver um personagem muito importante para a trama, especialmente considerando o papel chave que ela possui para o encerramento dos acontecimentos narrados no livro. Sua participação é essencial, mas a forma como ela acontece é muito vaga, o que deixa uma grande impressão de aleatoriedade.

Dito isso, o final do livro deixou a desejar, especialmente considerando toda a trama que foi construída desde o início do livro. Mas nem por isso deixa de ser uma leitura recomendada, especialmente para aqueles que gostam de um suspense e de um thriller psicológico. Entretanto, preciso ressaltar aqui o “trigger warnning” para pessoas que tenham sensibilidade certos tipos de temáticas como a violência doméstica e relacionamento abusivos. Nesse livro a violência se destoa por não se focar tanto na violência física, mas especialmente na psicológica.

[E então é … Halloween!]

Olá gente!~

 Hoje vim aqui para falar de uma data comemorativa que não é tradição no Brasil, mas que está se popularizando cada vez mais, que é o Halloween!

Eu particularmente gosto bastante dessa data, especialmente quando tem festa para se fantasiar e ir! E esse ano um grupo que eu faço parte está organizando uma festa e eu estou na equipe de staffs. Está sendo meio doidera ajudar a organizar tudo, ter ideias de decoração, comida, prova de coragem e ainda, pensar em uma fantasia. Mas, motivada por essa empolgação da festa de halloween que está por vir, resolvi fazer um especial livros de terror!

Eu não leio muito livros desse gênero por motivos de: morro de medo! Mas tenho alguns aqui na minha lista para recomendar para vocês!

Um livro infanto-juvenil? Eu hein!

Coraline

O primeiro livro que trago aqui é Coraline de Neil Gaiman, que em tese se trata de um livro voltado para o público jovem, mas que eu particularmente achei bastante pesado. Ele não é exatamente um livro de grandes sustos, mas sim daqueles que em certos detalhes causam arrepios.

Em uma tarde chuvosa, a menina consegue abrir uma porta que sempre estivera trancada na sala de visitas de casa e descobre um caminho para um misterioso apartamento ‘vazio’ no quarto andar do prédio. Para sua surpresa, o apartamento não tem nada de desabitado, e ela fica cara a cara com duas criaturas que afirmam ser seus “outros” pais. Na verdade, aquele parece ser um “outro” mundo mágico atrás da porta. Lá, há brinquedos incríveis e vizinhos que nunca falam seu nome errado. Porém a menina logo percebe que aquele mundo é tão mortal quanto encantador e que terá de usar toda a sua inteligência para derrotar seus adversários.. (retirado do skoob).

O assassino mais cruel dos cruéis.

Eu gosto muito de livros de investigação policial e de livros em série. Essa série junta muitos dos elementos que gosto em um livro e ainda, traz um dos assassinos mais cruéis dentre os assassinos da literatura.

Trata-se da série Steve Dark dos autores Anthony E. Zuiker e Duane Swierczynski que possui três livros: Grau 26 : A Origem, A Profecia Dark e As Revelações de Dark.

O primeiro volume da série, Grau 26: A origem, apresenta Steve Dark, um agente aposentado do FBI que volta ao trabalho para deter um assassino em série como o mundo nunca viu. Os agentes da lei sabem que assassinos são categorizados em uma escala de 25 graus de perversidade, desde os mais simples oportunistas do Grau 1, aos torturadores metódicos do Grau 25. O que quase ninguém sabe é que uma nova categoria está prestes ser criada.

Comandado pelo talentoso detetive Dark, um grupo de investigadores de elite segue o rastro de um assassino tão terrível — responsável por matar, violentar, mutilar, envenenar e torturar brutalmente 35 pessoas em seis países durante 23 anos — que não se encaixa em nenhum dos 25 graus de psicopatia conhecidos, obrigando a lei a criar uma nova classificação de crueldade para encaixá-lo. Seu nome é Sqweegel. Seus alvos: Qualquer um. Seus métodos: Ilimitados. Sua classificação: Grau 26.

O notável do gênero: Stephen King!

Não podemos falar de livros de terror e não mencionar o rei! Stephen King é conhecido por ser um dos mais notáveis autores de contos de horror fantástico e ficção, tendo mais de 50 livros publicados, sendo que grande parte deles foi adaptada ao cinema.

Eu li dois livros do autor: O Iluminado e Desespero.

Eu tenho um leve problema com os finais dos livros de S King, mas não posso negar que suas narrativas são realmente incríveis, principalmente quanto ao gênero que o autor é especialista.

Dentre os dois livros do autor que eu li, eu altamente recomendo a leitura de seu livro Desespero, ainda que O Iluminado seja uma obra sua mais famosa.

Thriller Psicológico.

E quando o terror não é causado por nenhum ser fantástico e nem por um serial killer, mas sim por uma pessoa ”comum” ? E uma pessoa altamente capacitada.

garotaexemplar

Em Garota Exemplar da autora Gillian Flynn temos um thriller psicólogico daqueles de tirar o sono! O livro é um pouco parado e tem algumas coisas não muito críveis, mas é realmente muito interessante.

Baseado em fatos reais!

Um livro de terror já é assustador por si só. Mas, saber que sua história aconteceu de verdade deixa ele ainda mais horripilante, não é mesmo?

Temos aqui á exemplo o livro A Sangue Frio de Truman Capote, no estilo ficção jornalística que refere-se á um assassinato cruel de uma família, entrando nos detalhes da mente dos assassinos, que fica ainda mais assustador ao se saber que aconteceu de verdade.

E ainda, Zodíaco do autor Robert Graysmith que narra a trajetória de um assassino em série que aterrorizou os Estados Unidos, e que além de ser assustador por ser baseado em fatos reais, a leitura é ainda mais tensa quando temos a informação de que o assassino nunca foi de fato pego pela polícia, não se sabendo até hoje sua identidade.

Apesar de morrer de medo, eu confesso que até gosto um pouco do gênero. Tem outros livros que li e que poderiam ter entrado nessa lista, como por exemplo o livro Asylum da autora Madeleine Roux , dentre outros, mas optei por não deixar a lista muito grande mesmo.

Ah e ainda, minha fantasia é baseada em um dos livros que recomendei acima! Se tudo der certo, minha fantasia de Coraline vai sair!

É isso gente! Espero que todos tenham um halloween horripilante cheio de livros de terror!

[Resenha] #Livro 19/2018 –  The Accidental Movie Star by Emily Evans

theaccidentalmoviestar

Título: The Accidental Movie Star

Autor(a/es): Emily Evans

Editora: CreateSpace Independent Publishing Platform

Páginas: 256

How did Ashley spend her summer vacation? Imagine the hottest guy in Hollywood. Do you see the girl next to him, the one handing him a cup of coffee? Yeah. That’s her.

Interning on a major motion picture is not all bad. She gets to watch some of the scenes and even offer her opinion. “That kiss looked lame. Laughably weak. There’s no chance at an MTV award with that kiss.” LOL.

Until the director says, “Hey, Intern. Yeah, you. Ashley. You’re right. So, teach Caspian how to kiss. Oh, and get in front of the camera. We’re going to need you in this next shot.”

OMG. (retirado do skoob).

Olá, kika here again!

Hoje, o livro que trago é “The Accidental Movie Star” da autora Emily Evans. Se traduzido ao pé da letra o título em português do livro fica “A Estrela de Filmes por Acidente” ou algo do tipo. Fica complicado deduzir, e pelo que pesquisei, não há nenhuma publicação dos livros dessa autora no Brasil, por isso vou adotar nessa resenha o título dele em inglês mesmo.

 Em “The Accidental Movie Star” temos Ashley, uma menina comum, que está trabalhando  nas férias como interna em uma mega produção de um filme hollywoodiano, graças a interferência do seu pai, que é bastante conhecido no ramo – fato que Ashley deixa ‘em off’, uma vez que não quer ser tratada de forma especial ou diferente por ter um pai influente, ou ainda, que questionem seu trabalho como indigno, por ter conseguido o emprego de forma ‘não merecedora’ –.

O combinado era de que Ashley trabalharia todo dia em um setor diferente da produção, para poder sentir como é estar nos bastidores em Hollywood e assim, o estágio conseguido por seu pai iria servir para que Ashley deixasse seu currículo mais interessante para as aplicações para a faculdade.

O que Ashley não esperava  era o fato de que esse estágio mudaria sua vida para sempre, deixando-a de pernas para o ar. Já em sua chegada, seu pai envia uma limosine para buscá-la no aeroporto. A grande questão é quem mais está dentro da limosine: Caspian Thaymore, o grande queridinho de Hollywood e um dos atores mais populares do momento e, personagem principal do filme em que Ashley iria trabalhar no verão.

A relação dos dois não começa com o pé direito e diversos desentendimentos surgem entre eles, principalmente pelo fato de que Ashley não é exatamente uma menina que se deixa intimidar, especialmente por uma certa estrela de cinema, sempre soltando o verbo quanto as suas opiniões. Até o ponto em que Caz passa a clamar Ashley como sua assistente pessoal. E claro que ninguém na produção quer contrariar a grande estrela do filme, motivo pelo qual Ashley vira a ‘babá’ do famoso ator hollywoodiano.

Então, um dia, durante a gravação de uma cena em que Caz beija a atriz principal do filme, Ashley critica o beijo em voz alta, sendo ouvida pelo diretor que também compartilha de sua opinião quanto ao beijo, passando para Ashley a missão de ensinar Caz a beijar!

Entre tantas confusões causadas pelos dois e entre os dois, Caz e Ashley se aproximam e claro, vivem um grande conflito que pode ou não culminar no fim do relacionamento dos dois – que sequer havia se iniciado –. Nesse meio tempo ainda, Ashley se vê diante das câmeras, lugar que jamais se imaginou estar, virando assim uma estrela de cinema ‘por acidente’.

O que eu posso dizer sobre esse livro? Eu encontrei ele em pdf para baixar na internet e pensei: “Por que não?” e decidi ler. Se tem uma coisa que pode expressar esse livro de forma bastante precisa é: clichê, ou ainda, ‘fanfic’!

O típico ‘menina comum, menino famoso’ romance cheio de altos e baixos em que a fama e os diversos problemas que surgem com ela, como a falta de privacidade e os rumores têm o seu papel.

O livro tem uma leitura agradável, no sentido de que ela flui de forma natural e simples, sem muitas complicações. A forma narrativa da autora é concisa, sem muitas inconsistências, o que facilita a leitura.

Porém, o enredo do livro poderia apresentar muito mais, mas não o faz, e quando tenta, falha muito. Eu entendo que um bom romance adolescente, principalmente aqueles que apresentam aquele casal mais ‘inesperado’ do mundo, precisa de uma pitada de controvérsia. Eu mesma gosto muito de livros nesse sentido, eleio ainda muitas fanfics com temáticas nesse estilo. Mas, no caso de “The Accidental Movie Star” eu acredito que parte da trama poderia ser dispensada, uma vez que torna a leitura um tanto quando cansativa em alguns momentos em que tudo que eu conseguia pensar era que eu queria que Ashley e Caz parassem de ser idiotas e se acertassem logo.

Ainda assim, por mais que tenham alguns aspectos que poderiam deixar o livro bem melhor, ele é bom por inteiro. Apesar do enredo ser um pouco pobre, a caracterização dos personagens é um ponto muito positivo, principalmente a personagem principal, Ashley. Os personagens fogem um pouco do clichê esperado, o que traz diversas surpresas no decorrer da leitura.

O livro faz parte de uma ‘série’, em que outros livros que seguem essa linha do ‘’accidental’’ foram publicados pela autora, e que não são exatamente uma continuação desse pelo que entendi.

Assim, eu super recomendo a leitura dele, apesar dele não ter versão publicada no Brasil. Isso é um ponto negativo por ser difícil ter acesso ao livro. Eu mesma estou procurando os outros livros da série mas não encontro de jeito nenhum.

P.S.: Eu prometi diversas coisas no post passado e não cumpri. No fim, não resenhei nada n feriado, não li nada e só estudei. Tive uma prova nesse fim de semana e agora finalmente deu tempo para dar uma respirada. Enfim, espero conseguir estar aqui em breve com novas resenhas!