[Resenha Literária] Os 12 signos de Valentina

Oi genten!!

Vim falar hoje desse livro nacional – eu disse nacional?? – gostosinho!

Os 12 Signos de Valentina

Pois é, tava lá eu no Facebook vendo muita gente falando desse livro por aí…e na primeira oportunidade comprei…mas oh! Que fique claro que isso já tem um tempo, to deixando de comprar livros até a Black Friday no mínimo!

Então, esse falatório todo era causado principalmente porque essa história aqui da Valentina começou lá no wattpad…e muita gente estava comentando coisas maravilhosas do livro e resolvi me aventurar, até porque…é com signo, romance e uma capa bem legal…por que não?

De cara você lê uma carta fofa da nossa protagonista Isadora Mônaco para o Lucas, que logo você descobre que é o ex dela. O cara aqui fez uma sacanagem com a Isa e deixou ela no fundo do poço por um bom tempo…e bota tempo nisso..Até que um dia, motivada pela sua prima melhor amiga Marina, e seu projeto na faculdade de jornalismo…Isadora cria o blog “Os 12 Signos de Valentina”, onde ela, postando como Valentina, sairia e conheceria um rapaz de cada um dos signos do zodíaco e contar o que achou de cada um deles.

Vemos Isadora seguindo em frente com sua vida, conhecendo garotos novos, procurando também se entender…novos romances…

Agora deixa eu dar minha opinião aqui.

A protagonista, Isadora…não me simpatizei tanto com ela. Mas não sei explicar o motivo. Incomodou as decisões que ela tomava, e no começo eu nem ia pensar que ela é do signo de áries…mas…sei lá né? Gostei mais mesmo dos outros personagens, como a Marina e o Andrei. A Marina se mostrou presente, ajudou, jogou a real…uma ótima amiga!

O romance em si não foi tão clichê! Tipo, foi legal! Não foi tão espotâneo, mas não foi enrolado. E o final, apesar de já sabermos, guarda uma revelação surpresinha, que curti! Hahaha!

Agora vamos falar do blog e dos signos em si! Essa foi a parte que me incomodou um pouco mais! A Isadora passava um tempo de o quê? 6 horas no máximo, estourando, com um deles, e já descrevia coisas que eu pensava…ela observou mesmo tudo isso? Não sei, não sei…não curti! É a garota…numa certa parte do livro, se torna a expert nisso? Também não vi como…Inclusive em alguns encontros parece que a autora quis forçar uma característica do signo no rapaz…e aí sei la…pra mim não foi! Tipo do canceriano, que chorou horrores num filme…pelo amor não é isso também…

Os casinhos que ela teve com os garotos…olha, sei que ela tava atrás mesmo, mas também acho que fugiu da realidade sabe?

No geral, eu gostei do livro, apesar desses incômodos, todos muito leves, viu? Nada que me fizesse largar o livro e respirar pra continuar. Eu gostei e pra quem quiser uma leitura assim, simples e tal, recomendo! Sobre ele ser divertido…não vi isso, confesso. Eu apenas li e curti, mas não me arrancou risadas e suspiros ou coisas assim.

Mas ta aí um livro gostosinho pra passar o tempo!

É isso gente!

Até a próxima!!

 

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[Resenha Literária] Zumbis x Unicórnios

Helloo genteeen!!

Vim trazer pra vocês hoje a resenha um um livro pra la de encantador!!

Zumbis x Unicórnios

Livro: Zumbis x Unicórnios
Autor: Diversos
Editora: Galera Record
Paginas: 388

Nesta antologia, editada por Holly Black e Justine Larbalestier, diversos contos apresentam fortes argumentos a favor de Zumbis de um lado e de Unicórnios de outro. Os argumentos, que incluem tanto pontos negativos e positivos de cada lado, são expostos por renomados autores, entre eles Cassandra Clare, Meg Cabot e Scott Westerfeld, que deixam clara a preferência por um time ou outro

zumbis4O livro parte da ideia de uma disputa entre zumbis e unicórnios *não diga nat, isso esta no titulo…* Mas deixe-me explicar melhor! Holly Black e Justine Larbalestier, em sua discussão sobre qual dessas duas criaturas seria a mais poderosa, legal e interessante, decidiram reunir contos de vários outros autores, para que nos, leitores, também possamos ter nossa opinião!

Temos Cassandra Clare, Scott Westerfeld, Meg Cabot ( os mais conhecidinhos da galera)…e temos ótimos contos!! Cada vez que voce inicia uma historia nova, temos uma discussãozinha entre a Holly e Justine, o que deixa o livro ainda mais dinâmico e envolvente.

zumbis3Mas na real, o livro todo e bonito!! A capa por si só já e chamativa, cheia de cores, com zumbis e unicórnios se enfrentando hahahha! Por dentro, o livro não decepciona…a diagramação do livro esta ótima, com pequeno unicórnio ou um zumbi, indicando sobre qual o conto irá mencionar.

As historias são as mais diversas! Você fica naquela expectativa de como sera o próximo?? Tem romance, suspense, drama…de tudo um pouquinho!

Confesso que um conto ou outro não me agradou tanto, mas como disse, foi um ou outro só. Sempre tem aquele conto que te prende menos…não que ele seja ruim! Existem historias que você se prende tanto, que você pensa…poderia ter um livro desse aqui!! Por que não?? Ou aquele que quando acaba, te deixa ate um pouquinho triste…mas nem da tempo, porque logo você já lê o próximo e descobre que e bom também hahahha!

zumbis2O conto da Diana Peterfreund, sobre unicórnios, eu ameeei!!!! Deu vontade de ler algum outro livro da autora! Teve também o conto da Meg Cabot que foi excelente!!! *ah, era unicórnio também* E olha que legal…os unicórnios de Diana são meio…assassinos, hahahhaha! Não são nada aqueles bichinhos fofinhos e talz…agora o da Meg, você fica querendo ter um em casa!!

Deu pra nota que as historias de unicórnio me chamaram mais atenção, né? Mas tem uns de zumbis também que foram mais que ótimos! Da Cassandra Clare e do Scott especialmente!!

Olha, para quem ta procurando um livro gostoso, que faz o tempo passar rapido, recomendo demais! E você passa a conhecer mais autores!! Eu, por exemplo, conheci a Diana, que por mais que já tenha ouvido falar dela, nunca tinha lido nada dela ainda…

Sério, não tem como não se apaixonar por esse livro!!

[LIVROS EM SÉRIE] Reboot, de Amy Tintera

reboot

Livro: Reboot
Série: Reboot
Autor: Amy Tintera
Editora: Galera Record
Página: 352

“Quando grande parte da população do Texas foi dizimada por um vírus, os seres humanos começaram a retornar da morte. Os Reboots eram mais fortes, mais rápidos e quase invencíveis. E esse foi o destino de Wren Connolly, conhecida como 178, a Reboot mais implacável da CRAH, a Corporação de Repovoamento e Avanço Humano. Como a mais forte, Wren pode escolher quem treinar, e sempre opta pelos Reboots de número mais alto, que têm maior potencial. No entanto, quando a nova leva de novatos chega à CRAH, um simples 22 chama sua atenção, e, a partir do momento que a convivência com o novato faz com que ela comece a questionar a própria vida, a realidade dos reinicializados começa a mudar.”

Esse livro me chamou a atenção pela sinopse, pela ideia…peguei pra ler! Por que não, né?

O livro se passa em uma época em que a população humana está sendo dizimada por um vírus, restando poucos humanos. Mas as pessoas afetadas não morrem simplesmente. Eles voltam à vida, como se tivessem sido reiniciados. A diferença dessa história é que eles não voltam como zumbis rastejantes e caindo aos pedaços. Eles voltam mais fortes, ágeis…Armas de combate mesmo. Só que, quanto mais tempo a pessoa passa morta, mais fria e sem sentimentos ela fica quando reiniciada.

Com tudo isso acontecendo, surge a CRAH – Corporação de Repovoamento e Avanço Humano. A CRAH controla os reiniciados ( Reboots) para que possam capturar humanos rebeldes. Na CRAH, os Reboots treinam para completar as missões de capturas. Humanos que trabalham na CRAH procuram interagir o menos possível com os reboots…Uns tem repulsa mesmo, outros medo, ou os dois…

Nossa protagonista é a Wren, a reboot mais temida da CRAH. Wren é a reboot de número 178, o que significa que ela passou 178 minutos morta antes de reiniciar. Ela é muito afastada de sua natureza humana e temida por ser invencível. E ela vive assim, treinando, capturando humanos e isso bastava.

Até surgir Callum, reboot 22. Wren se vê como sua treinadora. Ela nunca escolhe um reboot de número assim baixo pra treinar, mas algo a leva a escolher por ele. E conhecendo Callum, sua natureza tão próxima da humanidade, que Wren passa a questionar tudo o que está havendo ao seu redor.

Quem é a CRAH de verdade? O que eles estão fazendo e tramando? Por que ela é assim? Quem ela é no fundo?

Bom, e é assim que começa a jornada de Wren nesse livro.

A ideia do livro é muito boa e foi o que me chamou atenção. E eu até gostei do livro…Mas achei que tudo aconteceu muito rápido, e não consegui me envolver a nada…aos personagens e talz. Eu não me vi torcendo por Wren, não foram personagens que me marcaram. Não sei se devido a narração rápida da escritora, ou por mim mesma.

rebelde-amy-tinteraA ação que deveria ser eletrizante, bom, não foi. As últimas então eu li apenas para poder terminar logo a leitura. Infelizmente não foi um livro que me prendeu, surpreendeu e nem nada. Acabei e foi só isso, acabei.

Enfim, pra quem está procurando uma distopia diferente, é uma boa pedida, já que vários leitores recomendam esse livro – pode ser birra minha só. A ideia original, mortos reiniciados que não viram zumbis, o romance não exagerado! Ah! Não existe um triângulo amoroso, o que também é diferente né?

Vale lembrar que a sequência, Rebelde, já foi publicada aqui no Brasil! E é a última! Reboot é uma duologia =] E os direitos de filme já foram adquiridos pela Fox! Podemos aguardar uma adaptação em breve.

Ah, é isso gente! Se alguém já leu, deixe sua opinião!

 

#LIVRO 11 /2016 – A Probabilidade Estatística do Amor À Primeira Vista by Jennifer E. Smith

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Título: A Probabilidade Estatística do Amor À Primeira Vista

 Autor: Jennifer E. Smith

Editora: Galera Record

Páginas: 224

Com uma certa atmosfera de Um dia, mas voltado para o público jovem adulto, A probabilidade estatística do amor à primeira vista é uma história romântica, capaz de conquistar fãs de todas as idades. Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia..(retirado do skoob)

Alguém aqui acredita em acaso? Nessa história de Jennifer E. Smith, o acaso é praticamente o personagem principal.

O livro já tem um diferencial por se passar num período de 24 horas. Esse espaço de tempo dá uma dinâmica bem diferente á narrativa por ser todo narrado em tempo corrido.

Hardley, uma menina de 17 anos está vivendo um dilema. A separação dos pais foi um fator traumático em sua vida, mas agora ela está se dirigindo ao casamento de seu pai com Charlotte, pessoa que considera ser a responsável por todos os dissabores vividos por sua mãe e ela, uma vez que ela teria roubado seu pai. E o pior, Hardley será uma das madrinhas do casamento. Apesar das tentativas de Charlotte e de seu pai, Hardley tem certos rancores dos dois, principalmente de seu pai, tendo assim sempre mantido uma distância do casal, o que torna tudo mais estranho, ir ao casamento do pai com uma mulher que ela nunca conheceu.

Oliver é um menino britânico, que está nos EUA para estudar, sendo aluno da Universidade de Yale, e está voltando pra casa.

No dia do embarque, no aeroporto JFK em Nova York, por ironia do destino, Hardley perde seu voo por meros 04 minutos de atraso. O que são 04 minutos?

Na espera de seu próximo voo, tendo um certo tempo de espera até aí, Hardley conhece Oliver, que se mostra muito educado. Para sua surpresa, ambos estão no mesmo voo e por fim, acabam viajando em poltronas vizinhas, o que gera uma confortável viagem de horas de conversa, onde os assuntos não acabam mais. A química é inegável. Seria isso amor? As próximas horas do casal são caóticas, mas não tem como não ler e torcer por um final feliz.

O livro mostra o Amor em diversas perspectivas. O amor a primeira vista, o amor cultivado na família, o amor de pai, o amor de mãe, o amor de madrasta, o amor machucado, o amor a ser conquistado. A história é leve e trata do assunto de forma bem sutil, o que consegue afastar um pouco a narrativa do clichê.

Esse livro é curtinho, e a leitura é rápida, flui de uma forma que depois que você começa, fica difícil de parar. A narrativa é bem feita, o que deixa a pessoa que está lendo super perdida no espaço-tempo do livro. Eu comecei a ler esse livro umas 23hrs de uma quarta-feira, tinha que acordar as 6 hrs do outro dia, e mesmo sabendo que precisava ir dormir, não conseguia parar. Tanto é que sacrifiqueis umas horinhas do meu sono e só parei de ler ele quando ele acabou. Sim, li em uma sentada – ou no meu caso, deitada – só.

O livro é altamente recomendável por esses detalhes que citei acima. Não conhecia a autora, mas já estou de olho em outros títulos dela.

P.S.: Aliás, li esses dias que o livro vai virar filme, tendo inclusive já escolhidos seus diretores e o atores que viverão Oliver e Hardley. Será que eu finalmente vou ver um filme pra poder fazer um post Livro x Filme, já que o prometido do  “Eu sou o número quatro” ainda não saiu? Lol.

#LIVRO 10 /2016 – Will & Will – Um nome, um destino by David Levithan e John Green

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Hoje com uma foto tirada por mim. Esses dias de friozinho pedem sempre um chá com um bom livro ❤

Título: Will & Will

 Um nome, um destino

Autor: David Levithan e John Green

Editora: Galera Record

Páginas: 352

Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra… Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Mas mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em um aventura de épicas proporções. O mais fabuloso musical a jamais ser apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio.(retirado do skoob)

 

Um dos motivos que me levou a adquirir esse livro foi o fato de um dos autores ser o John Green. Confesso que nunca tive muita curiosidade em ler livros desse autor, apesar de ter ouvido falar maravilhas de muitos deles, por causa da temática normalmente abordada por ele, que não faz muito meu estilo. E, nunca tinha ouvido falar do David Levithan, mas pesquisei depois sobre ele, e vi que ele aborda muito temos que envolvem homossexualidade, aceitação e juventude. Achei interessante e inclusive coloquei alguns outros livros dele na minha lista para conferir depois.

Como tenho tentado mudar um pouco minha dinâmica de leitura e diversificar, resolvi dar uma chance para esse livro.

O livro conta a historia de dois garotos que tem o mesmo nome, Will Grayson, e apesar de terem o mesmo nome, apenas isso o tem em comum. Até que então um dia, eles se conhecem em um sex shop em Chicago, momento no qual tudo muda e então, o meninos de mesmo nome passam a ter seus destinos unidos por mais do que um nome comum.

A estrutura do livro é feita de forma que cada capítulo é contando por um Will diferente, sendo este fato demarcado pela forma como as letras do livro se apresentam. Isso na verdade me incomodou um pouco uma vez que as escritas de um dos Wills é toda feita em letra minúscula. É uma questão visual, mas que eu acho estranho e não gosto.

O livro é leve, apesar de tratar de um tema que é considerado ainda hoje polêmico. Com uma certa dose de humor e sarcasmo, os autores lidam com a adolescência, as descobertas do amor, a homossexualidade e a aceitação.

Em um mundo até quase fantasioso, os autores colocam o tema da homossexualidade com naturalidade, em que este é aceito, discutido e encarado de forma simples, uma realidade que infelizmente não nos pertence ainda.

Primeiramente somos apresentados ao Will Grayson hétero, de Chicago, melhor amigo de Tiny Cooper, um personagem carismático, assumidamente gay, que tem suas doses de loucura no decorrer do livro. Will é uma pessoa que tem como um dos seus objetivos de vida o de evitar confusão, ficando sempre na sua, com seu grupo específico de amigos que incluem a Jane, uma menina descolada, sendo que os três estão quase sempre juntos.

 

Já o outro Will Grayson é um menino reservado, que durante a leitura do livro dá a entender ter sintomas de depressão, e uma vida bem diferente da que o primeiro Will vive. Sua vida incluem apenas a escola, uma amiga não exatamente amiga, e a internet que lhe traz uma nova experiência, a de gostar de alguém.

A vida dos dois Will se une quando numa noite se encontram em um sex shop em Chicago, sendo cada um levado até lá por circunstâncias diferentes.

O livro tem um humor sarcástico do qual eu realmente gostei, e trata de temas difíceis de forma leve. O real objetivo é mostrar o dia-a-dia de seus personagens lidando com a vida e o crescimento. Uma das coisas mais legais é o personagem Tiny Cooper, um adolescente homossexual, muito bem assumido, obrigada, e que luta pela sua causa de um jeito irreverente.

Um pouco me incomodou o fato de o livro se chamar Will & Will pois eu tinha expectativas quanto a esse nome para a história. Mas no fim, Tiny Cooper é quem rouba a cena, tendo uma participação gigantesca na história em si. Não que seja uma coisa ruim, mas não sei, me incomodou um pouco, acho que eu queria um pouco mais o desenvolvimento dos Wills, principalmente do primeiro, que passa até por uma fase de “ser esquecido” na narração que foca em Tiny.

O livro em si é bom, meio bobo em algumas partes, mas que trata de assuntos sérios, e que deveriam ser tratados muito mais vezes como o é no livro, de forma muito mais natural, sem preconceitos.

P.S.: Dei uma sumidinha, eu sei, mas estava fazendo concursos um seguidos dos outros, e tenho algumas aulas da pós pra colocar em dia. Foi corrido. Agora, estou com um pouco mais de tempo, então finalmente resolvi passar por aqui. Já tenho outro livro quase pronto pra postar, vou tentar fazê-lo em breve! ^^

 

#LIVRO 05 /2016 – Amy & Matthew by Cammie McGovern

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Título: Amy & Matthew

Autor: tEditora: Galera Record

Páginas: 336

Amy e Matthew não se conheciam realmente. Não eram amigos. Matthew sabia quem ela era, claro, mas ele também sabia quem eram várias outras pessoas que não eram seus amigos.Amy tinha uma eterna fachada de felicidade estampada em seu rosto, mesmo tendo uma debilitante deficiência que restringe seus movimentos. Matthew nunca planejou contar a Amy o que pensava, mas depois que a diz para enxergar a realidade e parar de se enganar, ela percebe que é exatamente de alguém assim que precisa.À medida que passam mais tempo juntos, Amy descobre que Matthew também tem seus problemas e segredos, e decide tentar ajudá-lo da mesma forma que ele a ajudou.E quando a relação que começou como uma amizade se transforma em outra coisa que nenhum dos dois esperava (ou sabe definir), eles percebem que falam tudo um para o outro… exceto o que mais importa.

  • Cammie McGovern é uma das fundadoras do Whole Children, uma instituição que oferece aulas extras e programas de auxílio para crianças com necessidades especiais.

  • Amy e Matthew é o seu primeiro livro destinado ao público jovem adulto.

  • Para os fãs de Eleanor & Park, nas listas de mais vendidos do país. (retirado do skoob)

Nossa, não sei nem como começar a escrever sobre esse livro. Resolvi ler ele porque vi muita gente que leu elogiando. E também porque eu adorei a capa – e não, eu não li Eleanor & Park ainda -.

Primeiro me interessei pelo fato do livro se tratar de um assunto tão importante quanto esse, uma história que mostra o dia-a-dia de uma pessoa com deficiência dentro do contexto escolar, um dos meios mais cruéis pelo qual uma pessoa pode passar.

Nesse contexto, ela conhece Mathew, uma pessoa que ela enxerga como uma pessoa essencial em sua vida, uma  vez que ele diz para ela tudo que os outros a sua volta não tem coragem uma vez que sua condição os freiam de expressar seus verdadeiros pensamentos – pelo menos na sua frente.

Mas Matthew também tem alguns segredos e problemas que são logo percebidos por Amy. Dessa forma eles passam a criar uma forte relação de amizade entre si.

O começo tudo muito lindo, Amy aprendendo a lidar com  o mundo de forma diferente, Matthew descobrindo seus problemas, ambos lidando com a nova vida. Novos amigos, novos meios.

Mas aí, eu não sei o que aconteceu, só sei que de repente começou a acontecer inúmeras coisas na história e ela ficou completamente poluída de fatos e problemas e situações e … eu não consegui gostar dela.

O final então … me deixou um pouco frustrada por assim dizer.

Talvez seja porque eu realmente AMO livros com personagens fortes e sempre fico muito decepcionada quando o autor cria um personagem super bem resolvido no começo e ele vai se perdendo próximo ao final.

E então, confesso que li mais por obrigação de terminar o livro mesmo do que por qualquer outra coisa.

Não sei , vi tantos elogios ao livro que depois que terminei de ler – e fiquei com aquela sensação de “o que exatamente foi tudo isso?” – me perguntei se o problema sou eu. Meus gostos realmente estavam falando mais alto no sentido de “você realmente não serve para ler esse tipo de livro”. Acho que tem mais a ver com o fato de que eu não consegui de jeito maneira me conectar com os personagens e então, muito menos com a história.

#MLI2015 e #Livro 16 – Artmis Fowl – Graphic Novel by Colfer, Eoin

ARTEMIS

Título: Artmis Fowl – Graphic Novel

Autor: Eoin Colfer

Ilustrado por Guovanni Rigano e Colorido por Paolo Lamanna

Editora: Galera Record

Páginas: 120

Artemis Fowl e história em quadrinhos: uma união perfeita. Nesta adaptação para os quadrinhos do grande sucesso de vendas Artemis Fowl – O menino prodígio do crime, os fãs poderão conhecer, pela primeira vez, o rosto do jovem herdeiro do clã Fowl. A graphic novel reconta a história do primeiro volume da série, acompanhando as aventuras do jovem gênio do crime, Butler, Holly Short, Palha, Raiz e muitos outros em uma sofisticada edição colorida. Retirado do Skoob)

Esse livro cumpre um dos desafios da Maratona Literária de Inverno 2015 proposta pelo cana Geek Freak:

Um livro com figuras ou ilustrações

Comece e/ou termine uma série, trilogia ou duologia

A verdade é que eu já havia lido Artemis Fowl: O Menino Prodígio do Crime há anos, na forma de livro. E li alguns outros da série, mas infelizmente empaquei nela por não ter a verba para completar a coleção lol

Minha irmã ganhou esse Graphic Novel tem um tempo e eu pensei ” Por que não?”.

A Leitura dele é muito fácil e tranquila, e super rápida também.

Minha maior relutância em lê-lo era a de que talvez tivessem destruído a história em face do limite de páginas, mas não foi o caso.

Claro, alguns detalhes acabaram ficando de fora, mas todos os pontos importantes, e que fazem a história de Artemis Fowl ser Artemis Fowl, e ser tão fascinante, estão presentes.

Uma das atrações mais legais de Artemis Fowl é a de que Colfer conta sua narrativa tendo como personagem principal um vilão.

Os desenhos do Graphic ficaram muito bem feitos, e apesar de os personagens terem sido retratados um pouco diferentes do que imaginei quando li o livro, foi bem interessante vê-los de fato retratado.

É quase a mesma sensação de ver um filme baseado em um livro que você leu antes e que havia imaginado como cada personagem seria, vendo-os na pele de um ator.

Pelo que eu li na internet, a versão Graphic do próximo livro da série já foi lançado. Está na minha lista de aquisições desejadas xD

E sim, livro 16 de 42 lido! E mais um livro da #MLI2015 lido! xD

As leituras estão indo devagar e sempre. Mas pelo menos estão indo.